É tanto amor...


Eu deveria ter escrito esse texto ontem, masvou usar uma frase clichê “todos os dias é o dias das mães”.
Hoje eu sou mãe de dois meninos, Arthur com 5 anos e Lucas com 26 dias. É tanto amor que chega a doer. Hoje eu fico pensando como eu fui burra em dizer que não queria ter filhos, eu sei que isso foi no auge dos meus 15 anos, e é bem difícil encontrar alguma menina de 15 anos que quer ter filhos, mal sabia eu que dois anos depois com meus 17 anos, Deus tinha preparado uma surpresa, uma surpresa que nos primeiros segundos me assustou, mas depois eu passei a mão na minha barriga e imaginei aquela vida que crescia ali dentro, e eu sentir um amor tão forte crescer por ela, e nada nesse mundo me faria desistir de tê-la, não foi fácil, até hoje a sociedade encara com espanto uma menina de 17 anos ter engravidado, bem não importa a idade o importante é dar amor para a criança, se não tem condições de dar amor o melhor e dar a criança para adoção tem tantos casais que não podem ter filhos, mas que querem adotar. Ok, sair de foco agora, esse assunto rende muita discussão, vamos voltar a minha experiência de ser mãe.
Tive meu primeiro filho, com uma gravidez tranquila, mesmo com os enjoos, um parto cesárea tranquilo e um pós-parto de recuperação incrível. Agora no segundo foi da mesma forma, me sinto tão bem e nem tem 30 dias do parto.
Nesses 5 anos que sou mãe, teve muitas noites mau dormidas, na verdade nunca mais tive uma noite de sono igual a antes, teve noites e madrugadas que tive de correr para o hospital, teve muita malineza que me tirou do sério. Só que querem saber a verdade? Eu não me arrependo de nenhuma noite mal dormida, por que é bem mais gratificante e vale tanto a pena ver seu filho chegar da escola com a atividade bem feita, ele vim e dizer te amo, e enquanto é bebê igual a Lucas, é um momento tão mágico eu poder amamentá-lo, um leite que sai de dentro de mim faz tão bem para ele, e ele abrir a boquinha quando chega perto de peito e coloca a mãozinha no peito, uma maneira de dizer “esse peitim é meu!” o cheirinho de bebê dá vontade de ficar cheirando ele o dia todo, e o momento mais mãe coruja de todos, e não importa a idade do filho, é que se eles estiverem chorando ou se alguma coisa aconteceu com ele, é para o nosso colo que eles vem, e é no nosso colo que eles se acalmam.
Arthur e Lucas saíram de dentro de mim, são pedaços de mim,tudo que acontecem a eles eu sinto, e quando estão longe esses pedaços fazem falta, muita falta.
Amo vocês dois um tanto! Do tamanho do universo! Sem vocês meus dias não seriam tão especiais.

Beijos!!!

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