Filme que vi: Lisbela e o Prisioneiro


Sinopse: Lisbela e o Prisioneiro é uma comédia romântica baseado na obra de Osman Lins e conta a história divertida do malandro, aventureiro e conquistador Leléu (Selton Mello), e da mocinha sonhadora Lisbela (Débora Falabella), que adora ver filmes americanos e sonha com os heróis do cinema.
Lisbela está noiva e de casamento marcado, quando Leléu chega á cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino. Eles vão sofrer pressões da família, do meio social e também com as suas próprias dúvidas e hesitações. Mas, em uma reviravolta final, cheia de bravura e humor, eles seguem seus destinos. Como a própria Lisbela diz, a graça não é saber o que acontece. É saber como acontece e quando acontece.
Direção: Guel Arraes
Gênero: Comédia Romântica 
Origem: Brasil
Duração: 107 min
***
Sabe aqueles filmes favoritos, que a gente não cansa de assisti e ainda decora as falas? Pois é, Lisbela e o Prisioneiro é um desses filmes para mim. Para começar Lisbela também é apaixonada por filmes, ir ao cinema é uma coisa muito especial para ela. A comédia é na medida certa, nada de besteirol, o filme nos faz rir e nos deixa alegre, e isso os filmes brasileiros fazem bem. Os atores nacionais também capricham, sou apaixonada pelos filmes da Débora Falabella ela sabe incorporar a personagem com muita perfeição e com uma delicadeza incrível. Selton Mello também tem o dom de fazer personagens engraçados.

Lisbela: Eu adoro essa parte... A luz vai se apagando devagarzinho... O mundo lá fora vai se apagando devagarzinho, os olhos da gente vão se abrindo. Daqui a pouco a gente não vai nem se lembrar que tá aqui.

Tudo nesse filme me conquista, do roteiro, trilha sonora e o capricho do figurino. Cada vez fico mais encantada com o cinema brasileiro, e vejam bem esse filme é de 2003, mas de dez anos e ainda me encanta demais. Já decorei as falas e não me canso de assistir, e de apresentar esse filme para quem ainda não assistiu.

Lisbela: A Graça não é saber o que acontece. É saber como acontece e quando acontece.


Livro que li: Os Instrumentos Mortais #3 - Cidade de Vidro


Sinopse: Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.
Autor: Cassandra Clare
Nº de Páginas: 476
Editora: Galera Record
***
Clary está cada vez mais perto de salvar a vida de sua mãe, mas (sempre tem um mas) alguém vai impedir que isso seja fácil, ela consegue ir para Idris, país dos caçadores de sombras. É lá onde Valentin está preparando uma guerra contra os caçadores de sombras. Onde Jace já se encontra, onde Clary vai encontrar a cura da mãe, e mais vários segredos.

Demorei muito pra ler esse livro, primeiro por que estou trabalhando e não tenho o mesmo tempo que antes, e segundo por que a leitura não progredia com rapidez até o capítulo 16, pensei em deixar ele de lado, mas resisti e continuei tentando. E fui recompensada, enquanto os primeiros capítulos são totalmente entediantes, no capítulo 16 tudo começa a acontecer, os segredos começam a ser revelados, um eu já tinha sacado há muito tempo, mas foi ótimo descobrir todo o mistério, ou talvez nem todos os mistérios foram revelados, no final deixa um toque de que tem mais coisa nisso tudo.
Outra coisa que gosto nessa série é a narração em terceira pessoa que explora vários personagens, não só os principais, e saber o que está acontecendo com todos não só a Clary e o Jace é um ponto super positivo. 
Outro ponto positivo, são alguns dos novos personagens que apareceram nesse livro, a Amantis é a minha preferida, e dos velhos Simon começou a desempenhar o seu papel de vampiro e de que é importante nessa série. 
E o final foi cheio de “Oh” “Awn” muito lindo e fofo, e desde o primeiro livro eu esperava por isso.

P.s. O Alec tomou uma atitude! Até que fim!!! (e isso me deixou feliz gosto muito desse personagem)



Voltei!!!

Vídeo rápido só pra falar um pouco desses meses de sumiço!


Once Upon A Time 1ª Temporada


Sinopse: Esta série foca-se em uma mulher com um passado bastante complicado, que acaba vivendo em uma cidade de Maine onde a magia e o mistério dos contos de fadas fazem parte da realidade.
No dia do casamento de Branca de Neve e o Príncipe James, a Rainha Malvada chega à cerimônia ameaçando e lançando uma terrível maldição sobre todas as pessoas presentes. Um tempo depois, Branca de Neve, já grávida, visita Rumpelstiltskin, um feiticeiro que prediz que a maldição da malvada rainha levará todas as pessoas para um lugar terrível, no qual não há finais felizes…Emma Swan terá a maior surpresa da sua vida, justo quando Henry, o filho que deu para adoção 10 anos atrás, chegar à porta da sua casa. Devolver o menino à sua mãe adotiva se tornará uma tarefa complicada, quando Henry revela uma extraordinária teoria a Emma. Todos os habitantes de Storybrooke, Maine, são algum personagem de um conto de fadas que está sob um feitiço, e Emma, a filha da Branca de Neve e do Príncipe James é a única que pode salvá-los.
Nº de Episódios: 22
O primeiro foi ao ar em: 23/10/2011
Transmitida por: ABC (E no Brasil pela Sony)

***

Já aconteceu com vocês, não saber se você ama ou não suporta uma série? Então?  Aconteceu comigo nessa série. Vamos ao por que do amor e ódio. Primeiro, será um pouco difícil fazer uma resenha sobre essa série, por causa do número de acontecimentos e de personagens.

No casamento da Branca de Neve com o Príncipe Encantado, a Rainha Má promete jogar uma maldição que irá afetar a todos. Quando a Branca de Neve já grávida, descobre que a Rainha Má irá mandar todos do conto de fadas para um lugar que não existe finais felizes, Branca e o Príncipe encontram uma maneira de proteger a filha deles, Emma, e no aniversário dela de 28 anos, um garotinho aparece na casa dela falando que é o filho dela (e é filho mesmo) e Emma resolve levá-lo de volta para casa e quando chega em Storybrooke, onde todos os personagens dos contos de fadas vivem sem saber quem são. E com a chegada de Emma tudo começa a mudar, ela é a única que pode quebrar a maldição.

Os episódios são uma mistura de passado e presente, sempre mostra um pouco do que aconteceu 28 anos antes, e do que está se passando em Storybrooke. E cada episódio é focado em algum personagem, na Cinderela, no Grilo Falante... Sempre mostrando um pouquinho da vida deles nos contos de fadas e no mundo real, e gostei muito disso, por que percebemos que mesmo eles não sabendo quem são de verdade algumas características não se perderam. Mas ás vezes, talvez pelo grande número de personagens, mostrar o passado e presente se tornava um pouco confuso, tem que prestar atenção no que está passado para não perder nada e ficar sem entender.

O que mais gostei nessa série sem dúvida foi a vilã, Regina no mundo real e a Rainha Má nos contos de fada, primeiro que a atriz é maravilhosa, e os produtores capricharam no figurino, na maquiagem, no corte de cabelo, em tudo, sem dúvida é minha personagem preferida.

Episódios favoritos: 14, Dreamy - 18, The stable boy





Minha chance


Eu não pedi a Deus, e nem estava esperando que você aparecesse. Eu sabia que um dia apareceria alguém, alguém assim muito parecido com você. Nossa história começou assim, sem esperar nada. E assim, tudo aconteceu.
Você curou o meu coração tão calejado, você acordou em mim sentimentos que eu pensava que não sentiria mais. Eu sei  que depois de tantos machucados era de se esperar que eu não desse essa chance, mas sinceramente eu estava cansada de não amar, de não me entregar, fiz bem em não entregar meu coração para aqueles amores passageiros, não sei se você sabe, mas existe a diferença entre amores e amor, explico em outro texto. Eles foram amores, você é amor.
Essa chance que eu dei não foi para você, mas para mim, para o meu coração, para a minha vida. Não tenho como saber se é dessa vez que vai dá certo, mas eu tenho coragem o suficiente para tentar, e se eu não tentar nunca saberei.
Somos diferentes dos outros, por isso eu mereço você e você merece me ter ao seu lado. Torço muito para você permanecer em minha vida, no meu presente e por que não no meu futuro, apesar dos machucados aprendi a acreditar e planejar novamente.

Não sei quanto tempo vai durar, mas eu sei que vou viver a melhor parte da minha vida.



Para você


Você que está entrando agora na minha vida.
Para começo de conversa, não sou uma mulher normal, provavelmente já falei isso em algum outro texto. Provavelmente vou te surpreender e muito, tenha certeza, amo fazer o diferente, fazer o inesperado. Sou uma mulher que quando fala que vai, é por que eu vou mesmo, e chego na hora. Odeio joguinhos amorosos, se eu te disser que te amo, que te quero é porque isso é verdade, não duvide.
Não duvide também quando eu falo que sou uma pessoa do mundo, por que é o mundo todo que eu desejo, quero conhecer cada parte, cada canto que eu puder, e vou consegui. Não me prenda, amo muitas coisas, uma das mais importantes é a liberdade, você que quer ficar comigo, tem que entender, que não quero motivos para ficar, quero que você tenha vontade de ir junto, de me acompanhar nas minhas aventuras e loucuras. E se a vontade não vier, por favor, não me peça para ficar. 
Sou sonhadora, sonho mais acordada do que dormindo, tenho sonhos simples e sonhos grandes, vou lutando para consegui-los, e eu sei, eu acredito em mim mesma e em Deus, que cada um vai acontecer na hora certa.
Sou decidida, amo viver e me sentir viva, sou intensa e sou muito mais do que você ver ou pensa.










Livro que li: De Volta aos Sonhos, Bruna Vieira


Sinopse: O que você faria se precisasse escolher entre realizar seus sonhos ou ficar com a pessoa que ama? Afinal, o que faz você realmente feliz? Quando achava que sua vida havia por fim se resolvido, e que seu coração tinha encontrado paz e aconchego, Anita acidentalmente volta ao passado mais uma vez. As consequências das mudanças que isso provoca fazem com que ela repense suas prioridades de vida. Enquanto decide o que cursar na faculdade, arruma as malas para trabalhar em um país diferente e percebe que o cara que ama virou uma estrela em ascensão no mundo da música, Anita finalmente começa a pensar em si e nos seus sonhos. Além de buscar o controle de seu destino, ela precisará lidar com escolhas erradas e circunstâncias inevitáveis, na tentativa de desvendar, de uma vez por todas, o mistério do blog que a faz viajar no tempo.
Autora: Bruna Vieira
Nº de Páginas: 205
Editora: Gutenberg
***
No final do primeiro livro da série, Anita deixa Paris para mais uma viagem no tempo, dessa vez ela não volta aos 15, mas sim aos 17 e para a sua formatura, e nessa viagem ela não faz muito para mudar a vida dos outros, mas para mudar a própria, e o que mais gostei, não foi para mudar o seu destino com o Henrique, mas o seu futuro profissional, ela enfrenta a mãe e segue o que seu coração pede: ser fotógrafa.
Quando retorna para Paris, no presente, ela percebe que no quesito coração, não vai ser do jeito que ela esperava.
A escrita da Bruna é leve e despretensiosa, uma ótima história para ler e se distrair, mas não é aquela história que te surpreende, a personagem Anita tem muito a aprender com essas viagens no tempo, e muito a amadurecer. Ela toma decisões maduras no passado, e nas escolhas do futuro ela comete erros, ok, talvez por que no passado ela sabe o que fazer, mas mesmo assim, não pensa e faz.
E como todo escritor, Bruna fez aquela jogada do mistério no final para que fiquemos curiosos para o próximo livro. E essa jogada funcionou hehe.




I Love It


Leia ouvindo (I love it - Icona Pop)


Vivo para mim, para ser feliz, vivo fazendo o que me sinto bem, fazer o que está de acordo com as minhas opiniões sobre mim mesma. As regras que sigo, são as que eu mesma mim imponho.
Não sou uma mulher normal, e nem quero ser. Sou independente, tenho meu emprego, meu dinheiro. Odeio depender dos outros. Bebo e amo tequila, fumo de vez em quando para relaxar, tenho amigos homens e não transo com eles, tenho amigos gays e cuido deles como se fossem meus filhos, minhas amigas são poucas, mas são incríveis, são as melhores! Gosto de ir pro bar me divertir, de reunir meus amigos na minha casa. Gosto de viver!
Amo os meus filhos e os crio para o mundo, por que eu sou do mundo, e não de ninguém, e é assim que quero que meus filhos vejam a vida, eu quero que eles entendam que está vivo é uma benção e que não pode ser desperdiçada vivendo para o que os outros vão pensar, não quero que eles pensem que pertencem a alguém, ou que eles têm posse de alguém, cada um é livre, e viver uma vida leve é o melhor jeito de viver.
E viver uma vida leve é viver o que a gente tem vontade, é juntar o coração e a razão e seguir o que eles dizem, e não o que seu vizinho, ou a sociedade diz. E quando aprendemos a não se importar com o que os outros pensam acabamos que nos cobrando menos e vivendo mais.
Ultimamente estou escutando muito a música I love it da Icona, e o refrão define muito bem o momento que estou vivendo agora, esse é meu momento.
I don´t care, I love it
Eu não me importo e eu amo isso.

E estou vivendo e amando a vida.






Livro que li: Métrica, Colleen Hoover


Sinopse: O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina.

Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor. 
Autor(a): Colleen Hoover
Nº de páginas: 299
Editora: Galera Record
***
Depois de perder o pai, Lake, seu irmão Kel e sua mãe Júlia se mudam do Texas para Michigan. Óbvio que essa mudança não deixa Lake feliz. Mas logo que eles chegam a nova casa, ela conhece Will, e já sentem algo a mais um pelo outro,  e mais rápido do que esperavam o relacionamento flui. Só que (sempre tem um “só que”) no primeiro dia de aula Lake descobre que Will é seu professor, e ele não pode arriscar perder seu emprego. E não é só isso de triste que está acontecendo na vida Lake, ela acaba descobrindo que a vida não está para brincadeiras e ela tem que ser forte.
Minha relação com esse livro é de amor e ódio, em alguns momentos eu me apaixonava por Will, pelas mensagens que a autora passa no livro (motivo de várias marcações), pelas situações engraçadas... Mas odiei que tudo aconteceu muito rápido, um acontecimento atropelava o outro. E não acontece aquela coisa de ficar curiosa pra saber o que estar prestes a acontecer.
Em vários momentos me irritei com Will e com a Lake.  E não gosto de não gostar dos personagens principais. Foi um pouco decepcionante esse livro, ouvi tantas pessoas falarem bem, mas realmente não me agradou tanto assim.

P.s. Olhem só apareci!!! Gente que por acaso ainda aparece por aqui, até mais que eu hehe Desculpa pela ausência, nem vou prometer postagens regulares, por que ando vivendo muito a vida real, então a vida virtual e até mesmo as minhas amadas histórias literárias ficou um pouquinho de lado, mas estou viva, e estou vivendo. E de vez em quando eu apareço por aqui :D Beijos!!!

Aqui na Casa 227


É aqui na Casa 227 que estou descobrindo a vida como nunca vivi, estou também me descobrindo, as pessoas tem medo da solidão, eu a vejo como uma aliada, é nas noites sozinha como essa que eu olho pra dentro, pra dentro de mim e tenho muito orgulho. Morar sozinha é dá valor a tudo, tudo mesmo, das coisas mais simples como uma pia sem vasilhas pra lavar, ou mais importantes como poder receber amigos em casa, e eu amo ter meus amigos na minha casa. Ir ao mercado me traz uma felicidade tão grande, do mesmo jeito que pagar o aluguel, a conta de luz, de água. 
Agora mais do que nunca tenho certeza que sou capaz, que sou independente, que sou batalhadora, sei das minhas qualidades, também conheço os meus defeitos. E tenho orgulho de cada parte de mim. Sei das minhas obrigações, como li em outro texto: Nada acontece sem você. É a vida te mostrando que dá para ter tudo, basta querer. Não só quero como vou correr atrás, tudo depende de mim.
E nada disso eu descobriria sem morar sozinha, agora é o meu momento, nessa casa que decorei com tanto amor, que em cada canto tem um pouco de mim, e que como eu também muda, e eu sei que mudanças não são ruins, o ruim mesmo é ficar parado, e olha eu gosto muito de movimento. 
E ficar aqui sozinha na minha casa, ahhh é a melhor parte de tudo. Essa casa reflete quem eu sou, é só você entrar aqui e reparar nos detalhes que você já vai saber muito de mim. Por isso entra aqui somente quem eu quero e quem amo, permanece quem me acrescenta e quem merece o meu amor, e se tiver que sair é apenas mais um adeus.
Minha casa, meu refúgio, meu lar, meu espelho.



Sex And The City 6ª Temporada


Sinopse: Existe amor em Manhattan? ... Ou para seguir em frente é preciso ir embora? Sempre esfuziantes, sempre fabulosas, mas, não mais tão livres, nossas garotas da Broadway estão cada vez melhores. Na sexta e última temporada desta multipremiada série, a colunista Carrie Bradshaw mais uma vez traça o roteiro desta alucinante aventura que é a cena romântica em Nova York.
As garotas acreditam que encontraram o príncipe encantado. Mas será que o paraíso tem seu preço? Charlotte percebe que ficar apaixonada é mais fácil que ficar grávida; Sam descobre que há mais que uma palavra com “C”; e enquanto Miranda descobre que existe vida além de Lexington, Carrie tem que escolher entre o mundo novo e o Antigo.
Então pela última vez (talvez), agarre seu Manolo e vamos atrás destas quatro seguidoras da paixão, já que elas começam a considerar: Será que a festa acabou oficialmente?
Episódios: 20
O primeiro foi ao ar em: 23/06/2003
Transmitida por: HBO
***
Não sei se é por que essa é a última temporada, mas para mim essa é a melhor temporada de todas. Tudo que tem que acontecer de melhor acontece, o casamento da Charlotte que é o episódio que rolei de ri, e me emocionei também. A Miranda também se casa e isso é surpreendente. A Charlotte tem sua tão sonhada filha, não do jeito que esperava, mas que mesmo assim nos passou uma felicidade enorme. E Samantha, bem, é a parte triste, mas linda e emocionante ela descobre uma doença, e o mais surpreendente é que ela permite a ajuda do Smith, e podemos ver finalmente que a Samantha também pode amar. E Carrie nessas seis temporada podemos afirmar que o homem da vida dela é o Big, mas não teria romance e amor sem as idas e vindas dos dois. Mesmo quando ele some em alguns episódios sabemos a influencia que ele tem na vida dela.
Esse é um seriado que eu termino de assistir e dá vontade de voltar e assistir tudo de novo, toda mulher que assisti com certeza tirou uma ou duas, ou algumas lições dessa série, eu tirei várias sobre amizade, sobre nossos sentimentos, sobre homens e também sobre sexo.
E o sentimento que me dá quando assisto o último episódio da série não é aquela falta, mas sim de que tudo acontece do jeito certo, me deu uma alegria tão grande chegar ao último episódio, do mesmo jeito que aconteceu quando terminei de ver pela primeira vez. E com certeza daqui alguns anos vou parar e assistir tudo de novo por que vale muito a pena!
Beijos!!!


Soltar as âncoras e recomeçar.


Recomeços.
Recomeçar.
Isso nunca foi fácil, mas chega uma hora que nosso coração pede, implora pra gente recomeçar do zero. E quem disse que não é para dá ouvidos ao coração? Podemos e na maioria das vezes devemos parar e escutar o que ele diz, o que ele pede. É tão bom se sentir bem quando fazemos uma escolha que vem do coração. Se sentir bem com nossas decisões, com os caminhos que vamos escolhendo. Isso é viver, é viver bem, viver leve.
E para viver uma vida leve, às vezes ou na maioria das vezes temos que recomeçar. Parar, pensar, decidir, soltar as âncoras, levantar e seguir adiante. Isso é a vida, ela nos obriga a viver em movimento, mesmo quando o que mais queremos é ficarmos paradinhos onde nós estamos, a vida vem e faz a gente se lenvantar e vai nos provocando até termos alguma reação. E se reagirmos é sinal de que estamos vivos, e está vivo já é uma benção tão grande que não deveríamos deixar para depois o que nos faz bem.  
E se o que vai nos fazer bem é recomeçar, então recomece, solte as âncoras, as amarras, mude de opinião se for preciso (mas mude se for o que você quer, não por que os outros querem), mude de casa, de cidade, ou mude os móveis de lugar. Mas mude, mudanças não são ruins, e até as que parecem horríveis vai te trazer coisas boas, podemos demorar para perceber as coisas boas, mas elas vem. Não se assuste com mudanças, se assuste em ficar parado no mesmo lugar sempre.
Soltei as âncoras e agora estou velejando levemente por essa vida.



Li e gostei: Dos caras que tive ♥ Coração Fechado, Juliana Manzato


Eu já bati a porta na cara do amor. Logo eu, que mais acredito nesse sentimento e sou apaixonada por ele. Acontece com todo mundo, e comigo não foi diferente.
Depois que alguns anos passam, a gente percebe que não adianta levar aquilo que não faz o coração bater mais forte. É, forçar a barra, investir em um relacionamento que não vai acontecer, fingir gostar de alguém que não está nos seus pensamentos ao acordar e assim segue a catastrófica tentativa de gostar de alguém que você nunca esteve tão afim. Acho triste pensar como alguém faz isso, mas eu já fui esse alguém e ele, o cara que estava comigo, sofreu. O problema nunca foi ele, fui eu. Clichezão que cai como uma luva todas as vezes que lembro da nossa história.
Aceitei o namoro por que não tinha como escapar, os amigos, a família e a situação em si. Todos os dias eu acordava com o coração apertado, ele era um cara muito legal, mas não para mim. Às vezes é assim, todas as qualidades que procuramos em alguém está justamente naquele que não te dá um pingo de frio na barriga.
Não consegui levar a situação por muito tempo, estava passando por uma fase difícil, dúvidas, miúdos que pingavam na minha cabeça e logo transbordaram o meu copo já cheio. O término doeu, mas não consegui derrubar uma lágrima por ele. Estado de choque me definiu bem, falta de sentimento também.
Errei com ele, tentei me desculpar em vão. Coração quebrado não se pega com a mão. Levei por um tempo a culpa comigo, para depois abandoná-la em uma esquina qualquer. Todo mundo erra.
Aprendi com ele que é preciso olhar para alguém mais de uma vez para se apaixonar. Que o frio na barriga e coração disparado são os primeiros sinais que devem ser levados em consideração e se continuarem pelos próximos encontros, a felicidade pode estar ali na frente. Caso nada disso aconteça, um beijo de despedida e nada mais. Peso só serve para segurar papel. Amor é leve.
Sobre esse cara que tive, não falo mais, encontro vez ou outra e tenho absoluta certeza que apesar de todo o sofrimento que causei, foi melhor assim. Cada um para o seu lado, arrumando o seu canto e catando os próprios cacos. Foi melhor ter pego a contra mão.
Ele foi o meu mais sincero “foi melhor assim”.
(Fonte AQUI)